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Réplica de Relógio ETA Chronograph Rolex Daytona Aço Preto Masculino Cód.1476
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O Máquinário Automático e toda sua Complexidade

O Maquinário  Automático e toda sua Complexidade

Como todos sabem o maquinário automático é algo que dentre os relógios é o maquinário mais complexo que se conhece devido ao seu uso totalmente mecanizado
Navegando pela internet atrás de mais informações e conhecimentos até mesmo para podermos explicar melhor aos clientes que nos ligam aqui na Dematsu diariamente, achamos este belo vídeo no youtube que mostra a montagem integral de um maquinário automático. VALE A PENA VER

                 
 

 

O relógio automático

Fonte : http://adenoma.sites.uol.com.br
(A loja dematsu.com.br parabeniza ao site pelo excelente explicativo)

Conheça o funcionamento do relógio automático e os detalhes de alguns dos mais conhecidos sistemas de carregamento.


por Adriano R. Passarelli
Agosto/2005

Artigo publicado na revista Pulso n°40 Set/Out 2005




“Automático” é como chamamos o relógio de corda automática, que é aquele em que a corda é carregada automaticamente por um sistema especial, que consiste basicamente em usar o movimento do pulso. Excluindo-se o sistema de carregamento automático, o resto do movimento é idêntico a um de corda manual.

               Praticamente todo automático possui um elemento básico: a massa oscilante, também conhecida como rotor. O rotor funciona como um pêndulo, que atraído pela ação da gravidade, tende a manter sua posição. Conforme o relógio se mexe com o pulso, o rotor se movimenta, girando em relação ao relógio. O que o sistema faz é captar esse movimento e transferi-lo para a corda, carregando-a, como se estivéssemos dando corda pela coroa num relógio de corda manual. Existem diferentes sistemas de automático, todos mantendo o mesmo princípio, porém, transmitindo o movimento de maneiras diferentes.

Cada giro do rotor carrega a corda um pouco e assim, o uso diário do relógio faz com que a corda mantenha-se constantemente carregada.Desse modo, o relógio não pára de funcionar e não necessita que se dê corda por outros meios, como pela coroa. Obviamente, se o relógio não for usado, ele parará por falta de corda. Esse tempo dependerá do quanto a corda está carregada e também da reserva de marcha do movimento. Reserva de marcha é como chamamos a autonomia do relógio, ou seja, o tempo que leva para a sua corda se esgotar a partir do momento em que esteja totalmente carregada (“cheia”). Esse tempo é em média de 48 horas, mas pode variar entre 38 e 55 horas dependendo do movimento. Em alguns movimentos especiais, a reserva de marcha pode durar vários dias (oito, dez ou até mais). Normalmente isso se dá pelo uso de mais de um tambor de corda, como dois ou até quatro deles. Mas esse tipo de relógio não é comum.

Dependendo do sistema, a força pode ser transmitida somente por engrenagens ou por garras em conjunto com engrenagens. Os automáticos podem ser unidirecionais ou bidirecionais. Isso significa que em alguns tipos, o rotor só carrega quando gira para um dos lados, girando livremente para o outro. Já nos bidirecionais, o rotor carrega girando para ambos os lados. Ao contrário do que se pode pensar, o sistema unidirecional não é necessariamente menos eficiente que um bidirecional. Pelo contrário, muitos sistemas unidirecionais são mais eficientes que alguns tipos de bidirecionais, especialmente quando comparados com os bidirecionais que usam apenas engrenagens.

Isso ocorre porque o sistema unidirecional leva uma vantagem básica: o rotor, ao inverter seu giro no movimento pendular que costuma descrever, é capaz de engatar o sistema imediatamente, enquanto a maioria dos bidirecionais necessita que se desengate de um lado para engatar para o outro, apresentando nesse meio tempo uma espécie de “ponto morto” em que o sistema simplesmente não carrega. Portanto, o sistema unidirecional é sempre capaz de carregar por menor que seja o movimento pendular do rotor, enquanto grande parte dos bidirecionais, quando o pêndulo é curto, simplesmente não carrega, pois o sistema encontra aquele ponto em que não engata nem para um lado nem para o outro. Além disso, os unidirecionais giram livremente com muita facilidade para o lado em que não carregam e desse modo, o rotor é capaz de pegar um impulso maior, para que, em seu movimento pendular, volte carregando por todo o arco que descreve. Então o fato de não carregar para um dos lados acaba sendo compensado por outros detalhes, e de maneira muito eficiente.
 

A história



Os princípios do relógio automático datam do fim do século XVIII, quando alguns sistemas de carregamento automático foram montados em relógios de bolso. O sistema usado no pedômetro (equipamento para registrar em passos uma distância percorrida a pé) contribuiu como inspiração para o desenho de um sistema de carregamento automático para relógios. Um desses sistemas foi desenvolvido por volta de 1770 por Abraham Louis Perrelet, que fora instrutor de Abraham Louis Breguet. O próprio Breguet, poucos anos depois, aprimorou esse sistema, que, ainda assim, por muitas décadas permaneceu insuficientemente desenvolvido para permitir um funcionamento confiável. O relógio automático como conhecemos hoje surgiu somente no início do século XX. Tal feito é atribuído a John Harwood, considerado o inventor do relógio de pulso automático. Ele criou em 1923 (e patenteou em 1924) um sistema confiável específico para produção em massa. Era um sistema tipo bumper,também conhecido como “martelo”. Isso porque seu rotor não girava 360°, mas sim, algo em torno de ¾ de volta, limitado por um batente com molas em ambos os lados, que amorteciam o impacto do rotor. Em alguns modelos, as molas ficavam no próprio rotor. Seu carregamento era unidirecional. Das molas de amortecimento e do impacto é que surgiram os nomes bumper (em inglês) e “martelo” (em português).

               Harwood juntou-se à fabricante de movimentos Alfred Schild S.A. para desenvolver a produção em massa desse sistema. Pouco tempo depois, os movimentos AS foram adotados pela Fortis, que foi a primeira a oferecer relógios automáticos no mercado. Em 1929, no salão da Basiléia (Basel), a Fortis mostrou seu modelo automático para produção em larga escala. Em 1931, a Rolex apresentou seu automático sob o nome de “Perpetual” e, em 1933 lançou a invenção de Hans Wilsdorf: um sistema de automático com rotor que girava 360° livremente. Ainda unidirecional, era um sistema mais elaborado e que se provou mais eficiente. Foi um sucesso de vendas e se transformou em modelo para as próximas gerações de automáticos, tornando obsoleto o sistema “martelo”, que acabou sendo abandonado. Na década de 1950, grande parte dos automáticos já usavam rotores de 360°. Em 1942, a fabricante de movimentos Felsa lançava um automático bidirecional, o “Bidynator”.

De lá para cá, muitos sistemas diferentes surgiram, com diferentes soluções para o mesmo problema. Um deles é o micro-rotor. Trata-se de um rotor de pequeno diâmetro e grande massa que ficava deslocado do centro do relógio e, em vez de girar sobre todo o movimento, possuía um espaço próprio para ele compreendido entre a própria altura do movimento, o que permitia uma drástica redução na sua altura total. Esse sistema diferenciado é encontrado em algumas marcas, tendo surgido no fim da década de 1950 pela Buren e pela Universal Geneve. Era o famoso Universal Geneve Polerouter. Já o Buren micro-rotor ficou famoso por posteriormente servir de base para o lendário “calibre 11”, um dos primeiros cronógrafos automáticos da história. Embora tendo sumido nessas marcas, o micro-rotor ainda é usado com sucesso por alguns fabricantes, como a Patek Phillipe, com seu fantástico calibre 240, considerado um dos mais finos calibres automáticos da história, com apenas 2,40 mm de altura, e também pela Chopard, com seus fabulosos calibres L.U.C. O micro-rotor é um sistema muito elegante do ponto de vista técnico e estético também, além de possuir, por sua exclusividade, um grande apelo entre colecionadores.

A seguir, mostraremos alguns dos sistemas mais conhecidos de carregamento automático.


 

Sistema “martelo”   

   


 
 


Apesar de não ser utilizado há algumas décadas, vale a pena explicar seu funcionamento pela sua contribuição histórica. O funcionamento é simples e muito semelhante entre os vários fabricantes. O sistema mostrado é o de um antigo Jaeger le-Coultre da década de 1940 é unidirecional, e praticamente igual ao utilizado nos conhecidos Omega “martelo” dessa mesma época. O rotor impulsiona uma cremalheira, que faz parte de um conjunto composto pela cremalheira, uma mola e um clique que se engata numa catraca. Essa catraca tem a função de permitir que o sistema engate apenas num sentido, escapando para o outro sentido. Ela é montada sobre a cremalheira, segura por um anel, e possui um pinhão. Esse pinhão impulsiona a roda de carga que, por sua vez, move a rachet do tambor, carregando a corda. É um sistema pouco eficiente se comparado com seus sucessores.
 







Diagrama do sistema martelo.




 

Eterna-matic


 

O Eterna-matic é um dos sistemas mais comuns de carregamento automático, especialmente por ser utilizado pela ETA em seus movimentos automáticos originais (ou seja, sem contar o de outras empresas que foram englobadas por ela, como a Valjoux). Várias outras manufaturas utilizam do mesmo sistema, como a Rolex por exemplo. O sistema foi lançado em 1948 pela Eterna, e inovava por diversas razões, entre elas, o uso de um rolamento de esferas como mancal do rotor. É um sistema bidirecional com engrenagens.



O sistema original de 1948 possui algumas variantes com transformações, mas o conceito é o mesmo em todas elas. O desenho original ainda é usado hoje, como nos ETA 289x, porém o desenho mais comum possui dois conjuntos de duas engrenagens. As duas engrenagensde cada conjunto podem girar juntas ou não pela ação de uma catraca. Os dois conjuntos têm contato com o rotor e também entre si (por meio das engrenagens inferiores), e giram um para cada lado. Quando o rotor gira numa ou noutra direção, um conjunto gira em falso enquanto o outro se engata, ou o inverso. Desse modo, o movimento é sempre transmitido num só sentido para as rodas de redução, chegando à rachet no sentido correto para carregar a corda. Esse sistema tem como negativo o fato de possuir muitas rodas, que consomem muita energia do movimento do rotor. Além disso, possui também um “ponto-morto” considerável. Como é comum nos sistemas de carregamento por engrenagens, a eficiência de carregamento é diferente nos dois sentidos, ou seja, o sistema carrega mais quando o rotor gira para um lado, e carrega menos quando gira para o outro. Apesar de ser um sistema complexo e com muitas peças, seu uso até os dias de hoje comprova sua eficiência e confiabilidade.



Partes que compõem o sistema: “A” são as rodas duplas com clique. “B” são as rodas de redução.

 
Diagrama das forças: as setas verdes indicam o clique engatado, e as vermelhas indicam o clique deslizando.



 




IWC Pellaton

 
          O Pellatoné um sistema muito eficiente que utiliza garras que se engatam a uma engrenagem, usando o princípio da catraca. O sistema foi desenvolvido por Albert Pellaton no fim da década de 1940. Em 1950 entravam em produção os calibres com esse sistema. Foi um dos primeiros automáticos bidirecionais. Consiste num came em forma de coração (semelhante ao dos cronógrafos) que é acoplado ao rotor. Esse came movimenta para um lado e para o outro a peça principal do sistema, que é uma alavanca com duas garras que se conectam à transmissão. As duas garras engatam na transmissão agindo como uma catraca, para que o carregamento bidirecional seja convertido num giro unidirecional. Quando a alavanca se move num sentido, a garra grande se engata enquanto a garra pequena desliza. Quando a alavanca se move noutro sentido, a garra pequena engata e a grande desliza. Durante um giro completo do rotor, a alavanca se move para os sentidos pela ação do came.
 


  

Esquema das forças. A seta vermelha mostra o movimento das peças.

  
Componentes do sistema Pellaton.
 
Esse eficientíssimo sistema tem a vantagem de praticamente não possuir um “ponto-morto”. Por outro lado, o movimento excêntrico do came faz com que não se obtenha a mesma amplitude por todo o seu giro completo, fenômeno próprio de um eixo excêntrico. Isso faz com que, durante o giro completo do rotor, em certos ângulos ele carregue mais, e em outros ângulos ele carregue menos. Desse modo, o came é montado estrategicamente de modo que, em uso, o rotor fique no seu ângulo mais eficiente justamente numa posição comum do uso do relógio, como a posição com a coroa para baixo. Assim, o relógio terá seu carregamento mais eficiente exatamente na posição mais comum em que é usado, e quando o relógio está mais sujeito a sofrer um movimento pendular mais amplo, ou seja, com o usuário em pé, movendo os braços (caminhando, por exemplo). O ângulo oposto (180°) tem a mesma eficiência, por isso não faz diferença se o relógio é usado no pulso esquerdo ou direito. Fica a exatamente 90° dessa posição o ângulo com menor carregamento (coroa para esquerda ou para direita). Porém, é também nessa posição que o relógio é menos movimentado para efeito de carregamento de um sistema automático, pois os movimentos necessários para mover o rotor quando o relógio está com a coroa para a direta ou para a esquerda não são muito comuns ou naturais. Estando a coroa para a esquerda ou para a direita, seria necessário, por exemplo, fazer um movimento como o que se faz ao usar um serrote para serrar algo, para que o rotor do relógio se mova de maneira satisfatória. Por isso, no final, a pequena eficiência nessa posição não se faz notar, sendo o sistema normalmente mais eficiente que sistemas bidirecionais com engrenagens.





 

Seiko 56xx



     

      Este é o sistema empregado nos antigos calibres 56xx da Seiko, fabricados desde o fim da década de 1960 até meados da década de 1970. É uma das poucas famílias de calibres da Seiko que não se utilizam do tradicional sistema Magic-lever. Por outro lado, utiliza um sistema bidirecional bastante eficiente que apresenta a grande vantagem de ter uma disposição basicamente vertical, de modo que podia ser montado aproveitando a altura do próprio movimento, em vez de consumir ainda mais espaço em cima do movimento, como é o caso do Magic-lever, que aumenta consideravelmente a altura total do movimento. No mais, seu conceito é praticamente o mesmo do sistema Eterna, ou seja, duas engrenagens com catraca, que giram junto com o eixo.Nesse sistema, o movimento bidirecional do rotor é convertido num giro unidirecional por meio de um diferencial. O diferencial possui duas engrenagens, unidas por um eixo que gira junto com uma ou com outra por meio de uma pequena catraca (semelhante à do sistema “martelo”) existente nas engrenagens. Quando o rotor gira num sentido, a catraca inferior desliza e a engrenagem superior gira com o pinhão como um só corpo, e quando o rotor gira noutro sentido, é a engrenagem inferior que gira junto com o pinhão.



Diagrama do sistema 56XX. As setas verdes mostram o movimento engatado.






Seiko Magic-lever




O sistema Magic-lever(“alavanca mágica”) é bastante conhecido por ter sido adotado na grande maioria das famílias de calibres automáticos fabricados pela Seiko em toda sua história. O sistema é bastante semelhante ao Pellaton da IWC utilizando o mesmo conceito, porém, bastante simplificado. Foi desenvolvido no fim da década de 1950 e lançado no mercado em 1959. O sistema acabou sendo adotado na maioria das famílias de calibres surgidos de lá para cá, como os antigos e famosos 61xx e 70xx, no atual 7S e nos também atuais calibres high-gradeda Seiko, como os 9Sxx que equipam a linha Grand Seiko, considerada a linha “top” da empresa desde o seu lançamento, na década de 1960.


Vista inferior do sistema.



O Magic-lever é conhecido pela sua extrema simplicidade e confiabilidade. É um sistema bidirecional que funciona por meio de uma garra (a “magic-lever” propriamente dita) que impulsiona uma roda de transmissão. O rotor possui um pequeno pino excêntrico onde é acoplada a Magic-lever, que se engata à roda de transmissão. Um pinhão na roda de transmissão se conecta ao rachet parafusado na árvore do tambor, e assim a força chega à corda. Há uma variação desse layout nos calibres 70xx e nos atuais 7Sxx, em que a “magic-lever” vai encaixada a uma roda com um pino excêntrico que é impulsionada pelo rotor, em vez de ser conectada diretamente a ele. Nestes calibres, o sistema era todo montado na ponte da rodagem, em vez de ser montado sobre a ponte, como um módulo. Essa disposição ajudou a reduzir a altura total dos movimentos dessa família.




Exatamente como no Pellaton, esse sistema também tem a vantagem de praticamente não possuir um “ponto-morto”. O pino excêntrico também gera o efeito que faz com que seu movimento não tenha a mesma amplitude por todo o seu giro completo. Desse modo, o pino é posicionado estrategicamente de modo que, em uso, o rotor fique no seu ângulo mais eficiente na posição mais comum do relógio. No caso do sistema dos calibres 70xx e 7Sxx, como o pino vai numa roda paralela ao rotor e não no rotor em si, a montagem do rotor tem de ser feita observando-se uma indicação na própria roda paralela, que deve ficar na posição correta para permitir melhor eficiência.






Componentes do sistema Magic-lever.


A figura mostra como cada alavanca engata na roda de transmissão.


                                      

As setas cheias indicam os pontos de maior carregamento,
enquanto as setas vazias mostram os pontos de menor carregamento.




Como reconhecimento da eficiência desse sistema, a Seiko tem como tradição não utilizar um sistema de corda auxiliar pela coroa nos calibres equipados com Magic-lever, salvo em alguns casos, como nos calibres mais refinados ou então nos calibres femininos, já que o tamanho diminuto do rotor reduz bastante a eficiência do sistema, e nesse caso a corda auxiliar pela coroa se faz bastante útil. Apesar de a corda pela coroa ser tecnicamente dispensável, essa ausência desagrada boa parte dos usuários. O conforto da corda pela coroa no momento de usar um relógio que estava parado é realmente inegável.
 
 
 

Sistema unidirecional








     


    É um sistema extremamente simples e eficiente. Resume-se praticamente a uma única peça, que é um conjunto com duas engrenagens interligadas por uma catraca simples. A engrenagem superior conecta-se ao rotor, enquanto a engrenagem inferior conecta-se à roda de transmissão, que transmite o movimento para a rachet. O papel da catraca é fazer com que ambas as engrenagens girem juntas ou não. Desse modo, o rotor gira livremente em um sentido, deslizando a catraca, e no outro sentido a catraca se engata e carrega a corda. Apresenta todas as vantagens de um sistema unidirecional. Este tipo é usado por várias marcas e é utilizado em calibres conhecidos como os Citizen 82xx e os Valjoux 775x.










O diagrama mostra como as forças agem no sistema unidirecional.



          Jaeger le-Coultre “switching rocker”

 



          Trata-se de um sistema bidirecional bastante simples, em que duas engrenagens são montadas numa plataforma que se desloca automaticamente pela própria transmissão da força, mudando a posição das engrenagens, de modo que, quando o rotor gira para um lado, a plataforma se desloque, para que a primeira engrenagem se conecte à rachet e a segunda engrenagem gire em falso. Quando o rotor gira para o outro lado, a plataforma se move para engatar a segunda engrenagem, que, como é impulsionada pela primeira engrenagem, estará girando no sentido correto para carregar a rachet. É um sistema bastante simples e confiável, mas que apresenta um “ponto morto” considerável.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Esquema de funcionamento do “switching rocker”.


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